
Robin Hood era um ladrão muito esperto e inteligente
Roubava dos ricos e dava para os pobres
Porém um dia o Rei muito mal e imponente
Pegou Robin Hood e...
Cortou sua rola fora!







Um autêntico cano longo, calibre 22cm.


Ser caixa de banco está longe de ser uma profissão decente, longíssimo. É muita responsabilidade para pouco ordenado, pelo menos eu acho, afinal as minhas contas chegaram a um patamar em que torna-se necessário um reajuste de uns bocados de porcentos. É muito estressante ser caixa; atende-se gente feia, fedorenta, mal-humorada e burra... Na maioria das vezes. Em alguns casos, as pessoas possuem mais de uma das categorias das citadas como, por exemplo, feias e burras, ou mal-humoradas e fedorentas, e por aí vai. Na verdade mesmo, não gosto de ser um "Bank Box" (risos), mas aturo a profissão. É melhor ser um estudante de engenharia estressado por causa do trabalho do que um estudante de engenharia estressado por ser duro.
Alguns "tipinhos" são menos desejados que os outros. É mais recomendável atender uma pessoa feia a atender uma mal-humorada, essas últimas as principais causas do meu mal-humor. A combinação de burro-mal-humorada é a mais venenosa de todas, essas pessoas sempre exigem coisas cabeludas, parecem até que estão fazendo um móvel por encomenda, querem tudo do jeitinho que deles, não importando a legislação bancária. Eles pensam que os bancos acham que cliente tem sempre razão... Coitados.
De todos os tipos de clientes estressantes os melhorezinhos são os burros, alguns até me propiciam momentos de divertimento, poderia contar vários casos de cagadas de clientes, mas um em especial vale a pena ser descrito. Chamo-o de caso "Dori", vocês vão entender porque.
Foi bem assim:
Certo dia veio uma cliente, feia, em meu guichê para fazer depósito inicial e cadastrar senha. Ela acabara de abrir uma conta. Como manda o protocolo, fiz primeiramente o depósito inicial e logo após fui cadastrar a senha.
- Senhora, por favor, escolha uma senha de quatro números de digite aí.
- Quantos números?
- Quatro.
- Quatro?
- Isso.
- Poc, poc, poc, poc... [digitando a senha].
- Agora para confirmar a senha, digite novamente os mesmos números.
- Que números?
- Os que a senhora acabou de digitar.
- Eita, esqueci! [Já?]
- Ok, vou cancelar e a senhora vai digitar novamente uma senha.
- Tá certo.
- Agora, digite uma senha de quatro números novamente.
- Pode ser qualquer um?
- Pode.
- Poc, poc, poc, poc... [digitando a senha novamente].
- Agora para confirmar, digite novamente os mesmos números.
- Eita meu ‘fiu’... Pere... Acho que é esse aqui.
- Poc, poc, poc, poc... [digitando a senha novamente].
- Não senhora, não confere. Quer um papel para anotar?
- Quero.
- Toma...
Ela escreve uns garranchos no papel.
- Posso digitar agora. [perguntou ela].
- Pode.
- Poc, poc, poc, poc... [digitando a senha 're'novamente].
- Digite novamente para confirmar.
- Esses aqui né? [apontando para o papel]
- É .
- Poc, poc, poc, poc... [digitando a senha 'tre'novamente].
- Ótimo.
- Consegui?
- Sim.
- Yes!
Ela disse "yes", foi uma vitória.
Momento de sabedoria:
Você sabia que a memória de um peixe dura em média 7 segundos para se apagar? Ou seja, os peixes se "esquecem" das coisas que se passaram a mais de sete segundos.
Mas o que isso tem a ver com a cliente? Ora bolas, não foi necessário nem 2 segundos para ela se esquecer de algo. Ela tinha a memória pior que a de um peixe. Por isso chamo de "Caso Dori", em alusão a Dori de "Procurando Nemo".
É, trabalhar com pessoas é uma faca de dois gumes.

"Um garoto de 12 anos ajudou a mãe a realizar o parto para o nascimento da irmã, na sexta-feira (10), em Uruguaiana (RS). Cezar Pestegue estava em casa com a mãe, Fátima Fernandes, 31 anos, quando ela sentiu a bolsa estourar. Assustado com a situação, o garoto ficou ao lado da mãe e ajudou a puxar o bebê, uma menina, que já começava a nascer".
O garoto sem dúvida tem muita coragem e um certo grau de maturidade. Eu, sendo ele, ficaria feito uma barata tonta gritando para os quatro cantos do mundo: "Socorro, minha mão tá parindo e eu não sei o que fazer!"
Sei lá, na minha cabeça é incestuoso colocar a mão "lá" na mãe, seja qual for a circunstância.
Certo, estou exagerando, mas que é nojento é...
Essa seria uma notícia linda, se não fosse o comentário da pobre "Leya". Que graÇinha, que portuguêIs, que... que... que iNgnorância!
Clique na imaJem pra aNpliá



Apesar de não ser nenhum ativista sempre tive uma postura firme e áspera em relação a maus tratos de animais. Sapeando pelos blogs da vida vi essa imagem e ela exprime exatamente a minha opinião sobre abusos aos animais. Sei que o tema é complexo e tem várias nuances que dão respaldo aos 'matadores', tais como o uso de animais em alimentação. Tal onívoro consciente que sou, não deixo de exprimir minha opinião de que o sacrifício animal sob pretexto de alimentação é plausível. Nada mais natural que a caça pela existência e subsistência. Condenar o homem por se alimentar de outros animais é o mesmo que querer usar a mesma premissa para desqualificar a alimentação de um animal carnívoro, tal como o leão. O que não pode acontecer é o aniquilamento de espécies animais por motivos fúteis como embelezar o pescoço de alguma milionária, ou mesmo então, o deleite da diversão em festas primitivas como caças as raposas e touradas. Maus tratos e torturas em animais por pura diversão é algo abominável. Com certeza existem dezenas de outras maneiras mais eficazes de demonstrar a nossa testosterona.
Para mim, a imagem acima acerta no impacto do 'outro lado' dando as ordens. Será que é tão abominável nos posicionarmos no lado oprimido? Se é revoltante a imagem de um bebezinho com sua bundinha branca para cima congelada e sua cabeça esfacelada por porretadas em seu ainda cartilaginoso crânio, por que não é igualmente revoltante a estupidez sem limites do homo-sexual-sapien?
Dou nota 10 à proposta da imagem!


Ouviram num boteco um berro mágico,
De um bêbado, um pedido refrescante.
A Skol da liberdade em raios fúlgidos,
Brilhou na mão do dono nesse instante.
Se o Senhor, tiver vontade,
Vem beber com a gente até ficar de porre.
Copo Cheio, e liberdade,
Aprecie este líquido a vontade.
O Skol amada, idolatrada,
Salve, Salve,
Bebendo todo dia desse líquido,
Tem vezes que parece, a terra desce.
Meu Deus do céu, só penso nesse líquido,
Não existe nada mais que me interesse.
Gigantes depois de três, que beleza,
Chorão depois da décima e tristeza.
No dia seguinte dor de cabeça,
Skol dourada,
Entre outras mil, és tu Skol,
Cerveja amada.
Dos filhos deste bar és mãe, gentil,
A Skol do meu Brasil.
Sentado eternamente em bar esplendido,
Falando sobre a vida de um pinguço.
Saiu daqui e foi beber na América,
Bebeu cerveja de primeiro mundo.
Mas a terra, parece um imã,
Caiu de cara num jardim cheio de flores.
Mijou no poste, de uma vila,
Apanhou do guarda e foi dormir cheio de dores.
O Skol amada, idolatrada,
Salve, Salve.
Saiu pela manhã buscando o líquido,
Que o sustenta todo dia alcoolizado.
Se em teu formoso bar tiver o líquido,
Fará a felicidade de um coitado.
Por mais que a cerveja seja forte,
Verás que um bêbado não foge a luta.
Eu sei que vou beber até a morte,
Skol dourada.
Entre outras mil, és tu Skol,
Cerveja amada.
Dos filhos deste bar és mãe, gentil,
A Skol do meu Brasil.













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