quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Meteu o nariz onde não foi chamado

Crianças são todas sem noção, umas “arteiras” como dizia a minha vó. Uma pessoa “arteira”, segundo ela, é aquela que faz artes. Eu fui criança e sei disso, era um artista nato, ou melhor, um arteiro. Eu não era tão danado como as crianças de hoje, bem longe disso, parece até que os miúdos da atualidade já vêm com uma dose extra de adrenalina de fábrica. Eles são em sua maioria uns hiper-hiperativos desgraçados e perturbadores em miniatura. Debaixo de cada rostinho angelical de uma criança há uma criaturazinha destruidora e vil.
Lavar seu notebook, queimar sua roupa, espalhar suas ferramentas, fazer caquinha nas calças e espernear em supermercado são as suas especialidades. Ainda bem que assim como na ficção, os maus se dão mal no final (rimou!). HAHAHA!




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